O que me toca neste artigo "Aprender deve ser o mais divertido possível, mas é preciso ser honesto e admitir que há um limite"
Desde que me lembro no desempenho das minhas funções enquanto professora, desenvolvi projetos, na sala de aula com os alunos. Contudo, é meu entendimento, que todas as metodologias são válidas, depende do contexto, depende do cenário de aprendizagem que pretendemos implementar e dos objetivos a atingir em cada sessão. Assim, há muitas citações neste artigo do DN sobre a intervenção de “Daisy Christodoulou” nas quais me revejo completamente.
No parágrafo que se segue, por exemplo, não acrescentaria nada, está tudo dito as ditas soft skills têm de ser desenvolvidas em simultâneo com os conhecimentos.
“Quando se fala das competências que os alunos do século XXI devem adquirir na escola, Daisy Christodoulou diz que quase sempre se chega à criatividade, sentido crítico, resolução de problemas, colaboração, comunicação e empatia. E concorda que são o mais importante. Mas sempre foram, sublinha. E não podem ser ensinadas sem um corpo de conhecimentos robusto, sem disciplinas formais, sem uma atenção focada. "Ninguém cria a partir do vazio."
“O problema que tenho com alguma retórica sobre competências no século XXI é que, muitas vezes, diz para esquecermos o conhecimento, os factos, o saber. A criatividade não nasce no vazio. O que é a criatividade? Talvez o processo de encontrar novas ideias com valor.”
“Na base, inteligência e tecnologia estão mais ligadas do que se possa pensar. Por exemplo, estamos habituados a ouvir dizer que as crianças não precisam de saber nada hoje, porque podemos googlar, e que, porque temos tecnologia, podemos não memorizar. Mas o trabalho de Herbert Simon prova o contrário. Para ser especialista é preciso conhecer uma grande quantidade de factos e tê-los armazenados na memória. Não há atalho”.
“O grande desafio para os professores não é dar às crianças coisas que elas já acham divertidas, mas encontrar maneiras de tornar lúdico o que elas precisam de aprender. ““Podemos pensar no que a tecnologia pode fazer e eu estou interessada na tecnologia, e há possibilidade para a gamificação, tornar mais lúdico. Devemos tornar a aprendizagem o mais lúdica possível, sem perder de vista a essência.”
“Mas hoje a base do meu trabalho é um algoritmo que permite avaliar melhor, e mais rapidamente, o trabalho escrito dos alunos.”
A criatividade não nasce no vazio e também me parece nas suas referencias à tecnologia que estaremos a falar de pensamento computacional?
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